domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Mata mãe e filho a tiro e suicida-se

Ao final da manhã de ontem, o irmão de António Amaral Rodrigues, um construtor civil de 69 anos, estranhou que aquele não estivesse a trabalhar na casa que andava a recuperar, em Janes, Malveira da Serra, Cascais.
Decidido a perceber as razões, foi a casa do irmão e, ao espreitar por uma janela, depressa percebeu a tragédia. António Rodrigues tinha matado a companheira, de 33 anos, e o enteado, de 12, a tiros de caçadeira. Suicidou-se em seguida.
Os três cadáveres foram descobertos várias horas depois do duplo homicídio. Seriam 12h30 quando o irmão do autor dos crimes entrou na ‘Casa da Vinha’, moradia onde António Rodrigues, Paula, a companheira, e o pequeno Bruno moravam há cerca de ano e meio. O corpo do primeiro estava deitado à entrada da casa, com ferimentos na cabeça.
Os cadáveres da mãe e da criança foram encontrados deitados, cada um em seu quarto, nas respectivas camas. Desentendimentos entre António e Paula terão levado o empreiteiro a cometer os actos tresloucados.
A hora dos dois homicídios, bem como a do suicídio, não foi ainda determinada, mas a Polícia Judiciária acredita que terão ambos ocorrido ainda de madrugada. Vários vizinhos da ‘Casa da Vinha’ asseguraram ao CM nada ter ouvido. O irmão do homicida, que reside numa moradia contígua ao local onde foram encontrados os corpos, também não se apercebeu de qualquer movimento estranho. Nem ouviu qualquer disparo.
Choque de comboios mata 43 pessoas na Indonésia.

Pelo menos 43 pessoas morreram este sábado no choque de dois comboios na ilha indonésia de Java, informou a polícia.
Um erro na gestão do tráfego ferroviário esteve na origem do acidente, verificado este sábado de manhã (hora local) na estação de Petarukan Pemalang, na província de Java Central.
De acordo com o último balanço, do acidente resultaram também várias dezenas de feridos.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Apanhado a guiar burra bêbedo proibido de conduzir veículos com motor.

O Tribunal de Celorico da Beira condenou na manhã desta sexta-feira um agricultor, apanhado pela GNR a guiar uma carroça puxada por uma burra, com uma taxa de álcool de 3,26 g/l, ao pagamento de uma multa de 250 euros e proibiu-o de conduzir veículos a motor nos próximos quatro meses.
Jorge Gonçalves Rodrigues, de 34 anos, residente em Salgueirais, que tem carta de motociclos, foi condenado por um crime de condução de veículo em estado de embriaguês, no caso a carroça puxada pela burra.
O Tribunal aplicou-lhe ainda duas multas, por falta de iluminação da carroça e conduzir fora de mão.
O agricultor foi apanhado a 03 de Fevereiro, pelas 22h30, pela GNR, na Estrada Municipal 553-1, no sentido Celorico/Salgueirais, "no eixo da via" e "sem qualquer iluminação".
A advogada de defesa, Andreia Fonseca, vai pedir que a multa seja substituída "por trabalho a favor da comunidade, uma vez que (o agricultor) não tem meios para pagar o referido valor", uma possibilidade que agrada ao arguido.
Em Agosto, Jorge Rodrigues foi novamente apanhado a conduzir a carroça embriagado e condenado, em processo sumário, ao pagamento de uma multa de 450 euros.
AI AMIGOS COMO VAI PORTUGAL?
Jorge Gonçalves Rodrigues, de 34 anos, residente em Salgueirais, que tem carta de motociclos, foi condenado por um crime de condução de veículo em estado de embriaguês, no caso a carroça puxada pela burra.
O Tribunal aplicou-lhe ainda duas multas, por falta de iluminação da carroça e conduzir fora de mão.
O agricultor foi apanhado a 03 de Fevereiro, pelas 22h30, pela GNR, na Estrada Municipal 553-1, no sentido Celorico/Salgueirais, "no eixo da via" e "sem qualquer iluminação".
A advogada de defesa, Andreia Fonseca, vai pedir que a multa seja substituída "por trabalho a favor da comunidade, uma vez que (o agricultor) não tem meios para pagar o referido valor", uma possibilidade que agrada ao arguido.
Em Agosto, Jorge Rodrigues foi novamente apanhado a conduzir a carroça embriagado e condenado, em processo sumário, ao pagamento de uma multa de 450 euros.
AI AMIGOS COMO VAI PORTUGAL?
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Crocodilo é animal de estimação.
Um pescador da Costa Rica salvou um crocodilo da morte. Recolheu-o do rio, há 20 anos, tratou-o a um ferimento de bala e, agora, fazem um espectáculo juntos. Veja os vídeos Chito é um pescador da Costa Rica. Pocho é um crocodilo de cinco metros e uma bocarra de meter medo ao mais corajoso. Homem e animal são amigos, que transformaram anos de brincadeira num espectáculo para turistas.
O homem encontrou o bicho num rio, com um ferimento de bala. Contra a vontade do irmão, Chito tratou e alimentou o crocodilo, que viria a recuperar totalmente.
O animal afeiçoou-se ao homem e, desde a convalescença, nunca mais aceitou comida de outra pessoa. O pescador, recorda, ainda tentou devolver o crocodilo à natureza, mas Pocho voltava sempre para Chito, que até dorme ao lado do animal.
O crocodilo, de cinco metros, transformou-se assim numa companhia inseparável. As brincadeiras de ambos impressionaram amigos, que sugeriram a Chito fazer da diversão um espectáculo para turistas.
Dito e feito, Poncho e Chito formam uma dupla tão inédita que são muitos os turistas, de vários países, que presenciam o espectáculo.
O homem encontrou o bicho num rio, com um ferimento de bala. Contra a vontade do irmão, Chito tratou e alimentou o crocodilo, que viria a recuperar totalmente.
O animal afeiçoou-se ao homem e, desde a convalescença, nunca mais aceitou comida de outra pessoa. O pescador, recorda, ainda tentou devolver o crocodilo à natureza, mas Pocho voltava sempre para Chito, que até dorme ao lado do animal.
O crocodilo, de cinco metros, transformou-se assim numa companhia inseparável. As brincadeiras de ambos impressionaram amigos, que sugeriram a Chito fazer da diversão um espectáculo para turistas.
Dito e feito, Poncho e Chito formam uma dupla tão inédita que são muitos os turistas, de vários países, que presenciam o espectáculo.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
O pai matou o meu homem”

Albertina Correia, a filha do idoso de 90 anos acusado de assassinar o genro, Gilberto Benedito, na manhã de domingo, em Loulé, foi a única testemunha do crime. Acusa o pai, João Correia, de primeiro a tentar matar e depois disparar sobre o marido quando este a protegeu.
Fui ao quintal do meu pai buscar os cães que ele estava a maltratar", conta Albertina, garantindo não ter discutido com o progenitor. "Poucas palavras trocámos, disse-me que tinha algo para me mostrar e entrou em casa", recorda, "de repente, saiu a correr atrás de mim com uma caçadeira, quando o vi meter dois cartuchos na arma fugi para o meu quintal a gritar por socorro".
Gilberto Benedito, brasileiro, 49 anos, vivia maritalmente com Albertina. Ouviu os apelos e saiu de casa. "Quase não teve tempo para nada, vi o meu pai matar o meu homem. A cerca de cinco metros de distância, disparou a arma por duas vezes, atingindo-o no peito e na cabeça", conta Albertina. Segundo a filha, João Correia ainda se certificou de que o genro não se mexia, com a bengala, e escondeu--se no arvoredo do quintal. Entregou-se à GNR quando esta chegou.
O meu pai não queria que namorasse o Gil, por ser brasileiro, e porque dizia que me queria só para ele", diz Albertina, acrescentando que "desde o Natal que não tinha água e luz na minha casa porque o meu pai mandou cortar apenas por maldade".
Erica, de 15 anos, filha de um anterior casamento de Gil, deverá regressar ao Brasil para casa da mãe. A Embaixada do Brasil já contactou a menor para o seu repatriamento.
João Correia, ouvido ontem no Tribunal de Loulé, ficou em prisão preventiva.
Fui ao quintal do meu pai buscar os cães que ele estava a maltratar", conta Albertina, garantindo não ter discutido com o progenitor. "Poucas palavras trocámos, disse-me que tinha algo para me mostrar e entrou em casa", recorda, "de repente, saiu a correr atrás de mim com uma caçadeira, quando o vi meter dois cartuchos na arma fugi para o meu quintal a gritar por socorro".
Gilberto Benedito, brasileiro, 49 anos, vivia maritalmente com Albertina. Ouviu os apelos e saiu de casa. "Quase não teve tempo para nada, vi o meu pai matar o meu homem. A cerca de cinco metros de distância, disparou a arma por duas vezes, atingindo-o no peito e na cabeça", conta Albertina. Segundo a filha, João Correia ainda se certificou de que o genro não se mexia, com a bengala, e escondeu--se no arvoredo do quintal. Entregou-se à GNR quando esta chegou.
O meu pai não queria que namorasse o Gil, por ser brasileiro, e porque dizia que me queria só para ele", diz Albertina, acrescentando que "desde o Natal que não tinha água e luz na minha casa porque o meu pai mandou cortar apenas por maldade".
Erica, de 15 anos, filha de um anterior casamento de Gil, deverá regressar ao Brasil para casa da mãe. A Embaixada do Brasil já contactou a menor para o seu repatriamento.
João Correia, ouvido ontem no Tribunal de Loulé, ficou em prisão preventiva.
Centenas de mortos em aluimento de terras no México

Em actualização) Um deslizamento de terras no estado de Oaxaca, no México, soterrou cerca de 300 casas durante a noite de hoje, terça-feira, e poderá ter matado, pelo menos, entre 500 e 600 pessoas, revelaram as autoridades do paísAs fortes chuvas que se fizeram sentir no estado de Oaxaca fizeram com que os solos cedessem na cidade histórica de Santa Maria Tlahuitoltepec, revela a agência Reuters.
As autoridades dizem que o mau tempo afectou as estradas da região, o que poderá atrasar as operações de salvamento. Um jornal mexicano avança com a possibilidade de existirem cerca de mil vítimas mortais, mas o governador de Oaxaca, Ulises Ruiz, avança com números entre os 500 e 600 mortos.Em declarações a uma televisão mexicana, Ulises Ruiz disse que os meios de socorro ainda não conseguiram chegar ao local, que fica a quatro horas de viagem da capital do estado.
De acordo com o governador, "está a chover muito e fomos informados que uma zona com uma extensão de cerca de 200 metros" entrou em derrocada.
As autoridades dizem que o mau tempo afectou as estradas da região, o que poderá atrasar as operações de salvamento. Um jornal mexicano avança com a possibilidade de existirem cerca de mil vítimas mortais, mas o governador de Oaxaca, Ulises Ruiz, avança com números entre os 500 e 600 mortos.Em declarações a uma televisão mexicana, Ulises Ruiz disse que os meios de socorro ainda não conseguiram chegar ao local, que fica a quatro horas de viagem da capital do estado.
De acordo com o governador, "está a chover muito e fomos informados que uma zona com uma extensão de cerca de 200 metros" entrou em derrocada.
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